Ex-presidente manifestou solidariedade às vítimas e, até segunda ordem, decidiu deixar a aliados a tarefa de criticar medidas federais.

A ordem disparada ao bolsonarismo neste momento é atacar a reação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em resposta à tragédia no Rio Grande do Sul. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro decidiram disparar contra o Planalto, acusando a falta de um trabalho preventivo e criticando inclusive a reação das Forças Armadas.

O próprio ex-presidente, segundo relatos feitos ao blog, chegou a ser aconselhado a ir às redes sociais para fazer uma manifestação “política” sobre o assunto. Mas, ao menos por enquanto, decidiu monitorar os desdobramentos do caso e se restringir a prestar solidariedade às vítimas. Ontem, Bolsonaro escreveu no X a respeito das chuvas no Estado. “Nossa solidariedade aos gaúchos, que sofrem mais uma vez com as enchentes, que destroem cidades e ceifam vidas”, afirmou. “Às famílias atingidas, sobretudo daquelas que perderam seus entes queridos, nosso profundo pesar. Força, Rio Grande do Sul”, emendou.

Uma orientação nos bastidores é criticar a demora das Forças Armadas em enviar aeronaves para auxiliar nos trabalhos de resgate. “Onde está o Exército? Onde estão as Forças Armadas? Todo mundo sabia que ia chover muito nessa época”, disse ao blog um aliado próximo do ex-presidente.

O ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, também foi às redes sociais. Sem citar diretamente Lula ou as Forças Armadas, afirmou: “Se a tecnologia atual já permite com grande precisão a previsibilidade de tragédias meteorológicas pq o exército só vai depois? Pq todas as vezes assistimos pedidos de envios de forças quando a população já está desamparada? Pq essa demora toda?”.

Fonte: CNN Brasil.

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