Policiais do 14º BPM (Bangu) estão nas comunidades da Vila Vintém, Curral das Éguas, 77, Minha Deusa, Light, Cosme e Damião, Jardim Novo, Rua I, Selvinha e São Bento com o apoio de um helicóptero blindado.

Polícia Militar faz na manhã desta quarta-feira (28) uma operação em 10 comunidades das Zona Norte e Oeste. Em Realengo, teve tiroteio e moradores se assustaram com o confronto.

Segundo a PM, equipes do 14º BPM (Bangu) estão nas comunidades da Vila Vintém, Curral das Éguas, 77, Minha Deusa, Light, Cosme e Damião, Jardim Novo, Rua I, Selvinha e São Bento com o apoio de um helicóptero blindado.

Na Comunidade da Light, de acordo com a PM, uma equipe foi alvo de disparos e os agentes revidaram.

Um suspeito foi encontrado ferido, e com ele, foi apreendido uma pistola e um carregador com 4 munições intactas.

O suspeito foi socorrido ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi registrada na 33ª DP (Realengo).

Até agora, não há informações de presos ou drogas apreendidas.

Por conta da ação policial, de acordo com a Secretaria Municipal de Educação, duas escolas não abriram as portas nesta quarta. Com isso, 745 alunos ficaram sem aulas.

Idosa quebra o braço ao tentar se abrigar de tiroteio

A dona de casa Sandra Lucia Gomes Rangel, de 62 anos, caminhava com as amigas quando começou o tiroteio, em Realengo. Ela lembra que por conta do helicóptero da PM que dava tiros do alto, ela se escondeu atrás de uma pilastra.

Quando os disparos cessaram, ela tentou correr, mas acabou caindo e quebrando o braço.

“O helicóptero veio dando tiros e aí eu e minhas amigas ficamos escondidas atrás da pilastra, aí eu falei: ‘Amiga o helicóptero está dando muito tiro, onde vamos correr pra se esconder?’ Quando eles foram em direção de onde a gente estava, eu falei pra darmos mais uma corridinha para nos abrigar, né? Eu fui correr e escorreguei na grama. Eu não consegui levantar, eu não tinha força”, lembra dona Sandra, que acabou sendo socorrida por moradores.

De acordo com a aposentada, ao dar entrada no Hospital Albert Schweitzer, ele foi informada que havia quebrado o cotovelo e teria que operar.

“Quando eu cheguei aqui, falaram que quebrou o cotovelo. Vou fazer cirurgia. Eu não posso ficar muito tempo por conta dos remédios que eu tomo na hora do almoço, eu tenho problema no coração, não tomei nenhum remédio ainda. Tive um infarto no ano passado, então eu tenho que tomar remédio meio-dia”, relembra.

Uma funcionária do Albert Schweitzer disse que na unidade havia os remédios que Sandra toma, mas a idosa afirma que não os recebeu. Ela aguarda a cirurgia e os remédios desde 9h, quando deu entrada no hospital.

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